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Banco Central reduz Selic para 4,25%

Queda na taxa torna os financiamentos ainda mais vantajosos


O Copom (Comitê de Politica Monetária) decidiu no dia 5 de fevereiro de 2020 cortar a Selic (Sistema Especial de Liquidação e Custódia) pela quinta vez consecutiva, desta vez em 0,25 ponto percentual, indo para 4,25%.

Com essa decisão, a Selic está no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018, só voltando a ser reduzida em julho de 2019.

A questão agora fica para os próximos passos do Banco Central. No comunicado, a autoridade monetária indicou o fim do ciclo de redução de juros, afirmando que "vê como adequada a interrupção do processo de flexibilização monetária". Leia o comunicado na integra abaixo.


Comunicado na integra


Em sua 228ª reunião, o Copom decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa Selic para 4,25% a.a. A atualização do cenário básico do Copom pode ser descrita com as seguintes observações:


- Dados de atividade econômica divulgados desde o último Copom indicam a continuidade do processo de recuperação gradual da economia brasileira;

- No cenário externo, apesar do recente aumento de incerteza, o caráter acomodatício da política monetária nas principais economias ainda tem sido capaz de produzir ambiente relativamente favorável para economias emergentes;

- O Comitê avalia que diversas medidas de inflação subjacente encontram-se em níveis compatíveis com o cumprimento da meta para a inflação no horizonte relevante para a política monetária;

- As expectativas de inflação para 2020, 2021 e 2022 apuradas pela pesquisa Focus encontram-se em torno de 3,4%, 3,75% e 3,5%, respectivamente;

- No cenário híbrido com trajetória para a taxa de juros extraída da pesquisa Focus e taxa de câmbio constante a R$4,25/US$, as projeções do Copom situam-se em torno de 3,5% para 2020 e 3,7% para 2021. Esse cenário supõe trajetória de juros que encerra 2020 em 4,25% a.a. e se eleva até 6,00% a.a. em 2021;

- No cenário com taxa de juros constante a 4,50% a.a. e taxa de câmbio constante a R$4,25/US$, as projeções situam-se em torno de 3,5% para 2020 e 3,8% para 2021.


Considerando o cenário básico, o balanço de riscos e o amplo conjunto de informações disponíveis, o Copom decidiu, por unanimidade, pela redução da taxa básica de juros para 4,25% a.a. O Comitê entende que essa decisão reflete seu cenário básico e o balanço de riscos para a inflação prospectiva e é compatível com a convergência da inflação para a meta no horizonte relevante para a condução da política monetária, que inclui o ano-calendário de 2020 e, com peso crescente, o de 2021.

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