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Crédito imobiliário: ritmo superior ao pré-crise

Queda das taxas de juros tornou mais 4,5 milhões de famílias elegíveis a financiamento

Quem no meio de uma das maiores pandemias da história, que colocou em dúvida a manutenção dos empregos, tomaria uma decisão de longo prazo como um financiamento? Pode parecer estranho, mas milhões de brasileiros deram esse passo, como é possível observar na imagem a seguir:


O financiamento habitacional foi a linha que mais cresceu nos balanços de alguns bancos no segundo trimestre, após uma estremecida no final de março. Foram liberadas em junho R$ 9,27 bilhões, tornando o mês mais aquecido desde jáneiro de 2015 segundo os dados da Abecip (Associação Brasileira de Entidades de Crédito).

A demanda natural por habitação e o repensar da moradia provocado pelo isolamento social ajudam a explicar parte do crescimento, mas nada representa um empurrão tão forte quanto a redução nas taxas de juros.



Cada ponto percentual de queda nas taxas de juros representa um aumento de 8% a 10% na capacidade incremental de pagamentos do cliente. Outro fator que ajudou nesse incremento foram os procedimentos para a contratação de crédito que se tornaram muito mais simples, o que aceleou o fechamento das transações.

Com 70% do mercado de crédito imobiliário no país, a Caixa dobrou a produção em julho deste ano em relação ao mesmo mês do ano passado. E agosto está 30% mais forte que julho. Além dos juros mais baixos, o presidente do banco, Pedro Guimarães, atribui o crescimento à decisão de conceder aos clientes carência de seis meses no pagamento das parcelas. “Muitas pessoas que estavam na dúvida resolveram comprar”, afirma.

A captação recorde da poupança nos últimos meses não deixa de ser um impulso a mais para o setor – os bancos são obrigados a destinar ao crédito imobiliário 65% do que arrecadam na caderneta. Esse motivo, entretanto, não é determinante, de acordo com os executivos. Primeiro, porque consideram que o boom da poupança vai arrefecer à medida que a crise for superada, as pessoas voltarem a consumir mais e retomarem a confiança.

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