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CRESCIMENTO: MERCADO IMOBILIÁRIO DEVE BATER NOVOS RECORDES EM 2021

Crédito mais barato estimulará vendas, mas resultado também depende de uma boa recuperação da economia

Ninguém imaginava que 2020 iria transformar nossas vidas para sempre. De repente nos vimos isolados dentro de casa combatendo algo que nem mesmo conseguíamos ver, economias mundiais davam indícios do início de uma das maiores recessões já vistas, mas nada disso parece ter abalado o mercado imobiliário brasileiro. Com um crescimento recorde de 58% quando comparado a 2019, os financiamentos de imóveis levantaram um montante de R$ 123,9 bilhões, um recorde histórico superando até os patamares de 2014.


O que esperar de 2021


Para 2021 a Abecip (Associação de Entidades de Crédito) espera um aumento de 21%, em relação a 2020, na conceção de crédito com recursos do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) e FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

Mas para que esse crescimento se confirme é necessário que a economia tenha uma boa recuperação, a taxa básica de juros se mantenha abaixo de 4% e o preço das matérias primas recue.

A maior preocupação do mercado atualmente é com o preço das matérias primas. Até janeiro o INCC-M (Índice Nacional de Custos da Construção), uma espécie de medidor da inflação do setor havia subido 9,39%, com a maior pressão vindos dos materiais com uma alta de 16,86%.

Se o preço dos insumos continuar a subir as construtoras podem desistir de lançar novos empreendimentos, uma vez que o custo maior desses materiais deixa apertada as margens para elevação de preços nos imóveis que se encaixam no programa Casa Verde e Amarela, responsável pela maior parte das vendas no ano passado.

Mas por enquanto as previsões são de que o preço das matérias primas se estabilize nos próximos meses, diminuindo o impacto no crescimento do setor.


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