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FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO DISPARA, BATE RECORDE E PROJETA ALTA DE 34% PARA O ANO

As operações entre janeiro e março chegaram ao valor recorde de R$ 43,1 bilhões, com 187,6 mil unidades vendidas

Depois de crescer 57,5% no ano passado – com R$ 124 bilhões liberados pelos bancos -, o volume de financiamentos imobiliários deu um novo salto de 113% no primeiro trimestre de 2021, na comparação com os três primeiros meses do ano passado.

De acordo com os dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), as operações entre janeiro e março chegaram ao valor recorde de R$ 43,1 bilhões, com 187,6 mil unidades vendidas.

E a avaliação é de que, mesmo com o início do processo de alta de juros no Brasil e da escalada dos preços de materiais de construção, a expansão do setor imobiliário deve continuar nos próximos meses.

O bom desempenho registrado em março reforçou o otimismo da Abecip, que atualizou sua projeção de crescimento neste ano de 27% para 34%. A expectativa é de que até R$ 170 bilhões sejam usados neste ano para financiar a compra de imóveis novos e usados.


Alta da Selic


De acordo com os dados do Banco Central, mesmo com o início do ciclo de alta da Selic (os juros básicos da economia) em 2021, a taxa média de juros do crédito imobiliário para pessoas físicas foi de apenas 6,9% ao ano em março deste ano – o menor valor da série histórica. Em comparação, em janeiro do ano passado, o juro médio da modalidade estava em 7,4%.

Como existe uma alta concorrência entre os bancos para atrair os clientes dos financiamentos, o repasse do reajuste na taxa Selic não deve ocorrer por enquanto, mas essa atitude não deve durar muito tempo, visto que a previsão do Banco Central é de que a Selic sofra progressivos aumentos ao longo do ano. Por isso, se você está pensando em sair do aluguel: a hora é agora!

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