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Qual a importância da comprovação de renda para seu financiamento imobiliário?

Tá afim de comprar o lar dos seus sonhos, mas não sabe como comprovar sua renda? Confira nosso guia sobre o tema e tire suas dúvidas.


Para realizar o sonho da casa própria, muitas famílias decidem recorrer aos financiamentos de imóveis. O objetivo é transformar a despesa do aluguel em investimento por meio do pagamento das parcelas do financiamento. Não podemos negar que essa é uma boa estratégia para quem quer começar a construir um patrimônio para o futuro.

Porém, antes de escolher o imóvel dos sonhos e recorrer às instituições financeiras, é importante entender como é feita a análise de renda para aprovação do financiamento. É a partir dela que será definido o valor máximo que poderá ser emprestado pelo banco e, assim, qual será o valor máximo do imóvel a ser adquirido.

Neste texto, vamos explicar quais documentos os bancos levam em consideração ao analisarem a renda para o financiamento da casa própria. Boa leitura!


O impacto da renda no financiamento


Para conseguir a aprovação de um financiamento imobiliário, o comprovante de renda é um dos vários documentos exigidos pelas instituições financeiras. Entretanto, essa comprovação varia de acordo com a atividade exercida pelo solicitante: uma vez que é necessário anexar no pedido de liberação de crédito alguns documentos que confirmem que a renda familiar seja de origem legal e, consequentemente, seja declarada à Receita Federal.

Dessa forma, quem complementa o orçamento familiar com trabalhos informais ou com atividades não declaradas, precisa estar ciente de que esses recursos não serão considerados na análise do banco. Assim, o valor liberado para financiamento estará em acordo com o montante comprovado à Receita Federal, podendo ser menor que o esperado.

Confira as diferentes formas de se comprovar renda de acordo com a atividade exercida no tópico abaixo


Tipos de comprovante de renda


- Carteira de trabalho


A carteira de trabalho é um dos documentos que podem ser apresentados como comprovante de renda, uma vez que nela está registrado o valor do salário.

Mas, se você ganha valores extras, como comissão de vendas e participação nos lucros, a carteira de trabalho não atesta a quantia real da sua renda. Nesse caso, é preciso apresentar esses documentos adicionais.

- Holerite


Também conhecido como contracheque, o holerite é um documento atrelado à folha de pagamento e fornecido pelo empregador que comprova o pagamento mensal ao trabalhador.  Nele estão registrados o salário bruto e salário líquido após as deduções referentes ao pagamento de impostos.

Para utilizar o holerite como comprovante de renda, é preciso apresentar os documentos referentes aos três últimos meses.

- Extrato bancário


O extrato bancário é uma alternativa para profissionais liberais e freelancers que não atuam com carteira assinada. De maneira geral, as instituições financeiras solicitam extratos bancários dos últimos seis meses para conceder crédito.

Nesse caso, o ideal é que o cliente concentre todos os seus débitos em uma mesma conta corrente. Mas nem todas as instituições financeiras aceitam esse documento como comprovante de renda. Portanto, é preciso se informar junto ao banco para avaliar a possibilidade de usar extratos.

- Decore


Outro documento que funciona como comprovante de renda é o Decore: Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos. A emissão desse documento é feita por um contador através de meios eletrônicos e, para que seja realizada, é necessário reunir outros documentos, como recibo de aluguéis e declaração de Imposto de Renda.

O Decore é uma alternativa para profissionais autônomos e pequenos empresários, que não trabalham com carteira assinada.

- DIRPF


A Declaração de Imposto de Renda da Pessoa Física também pode ser apresentada como comprovante de renda. Nesse documento, emitido anualmente pelo trabalhador, estão registrados a renda total do profissional e seus bens, no ano anterior à emissão.

Mas, como a declaração de Imposto de Renda informa os valores do ano anterior, que não necessariamente representam a renda atual do trabalhador, é comum que os bancos solicitem documentos adicionais, como carteira de trabalho e extratos bancários.

- DASN-SIMEI


Para o microempreendedor individual (MEI), que não trabalha com carteira assinada, uma opção é a Declaração Anual de Faturamento do Simples Nacional. Trata-se de um documento emitido anualmente para comprovar a receita bruta anual do empreendimento no ano anterior.


Como obter o comprovante de renda?


Conforme você acabou de descobrir, vários documentos funcionam como comprovante de renda. Por isso, a obtenção varia conforme o documento que for utilizar.

Por exemplo, se você for utilizar a declaração de Imposto de Renda, caso não tenha o recibo, precisa solicitar uma segunda via na Receita Federal ou diretamente com seu contador.

Caso você seja empregado no regime CLT, pode apresentar a própria carteira de trabalho, que traz o registro do seu salário, ou os holerites de pagamento.

E, se preferir o extrato bancário, basta acessar a sua conta corrente do banco por meio do internet banking para exportar as movimentações dos últimos meses.

Portanto, aqui a principal dica é analisar previamente os documentos aceitos pela instituição financeira antes de solicitar crédito.


E aí, ficou claro para você a importância do comprovante de renda? Se as dicas deste artigo foram úteis, aproveite para assinar a newsletter da Fabrizio Construtora e Incorporadora para ficar por dentro de outros assuntos essenciais do mundo imobiliário.

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