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Selic em queda: como investir com os juros no menor patamar da história?

Queda na taxa significa bom momento para investimentos



A primeira reunião do Copom (Comitê de Politica Monetária) do Banco Central em 2020 confirmou as apostas do mercado, com a redução, pela quinta vez consecutiva, da Tava Selic (Sistema Especial de Liquidação e Custódia). Desta vez, o corte dos juros básicos foi de 0,25 ponto percentual, para 4,25% ao ano - o menor patamar da história.

Isso significa que produtos com retornos pós-fixados, indexados ao CDI, estão rendendo cada vez menos,e o mesmo acontece com a rentabilidade da caderneta de poupança, que é atrelada à taxa Selic. Nos últimos doze meses até janeiro, a caderneta rendeu 4,14%. Agora, com a Selic em 4,25% ao ano, o retorno anual da poupança passa a ser de 2,98% e continua, portanto, perdendo para demais aplicações conservadoras e até para a inflação, caso a estimativa de alta de 3,40% para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) nesse ano se confirme.

Além dos juros baixos dificultarem a escolha de investimentos mais conservadores, como os citados acima, a perspetiva de que eles voltem a subir colocam novos desafios para o aplicador brasileiro.


Onde investir nesse cenário?


Na avaliação de Otavio Vieria, sócio gestor da gestora de patrimônio Taler, o investidor deve evitar títulos indexados à inflação de curto prazo e papéis prefixados de qualquer vencimento, justamente por conta da possibilidade de alta da Selic, que pode levar a desvalorização dos papéis, reforçando o momento favorável para que as taxas de juros do crédito imobiliário sejam reduzidas.

Para quem quer investir comprando um imóvel, as condições oferecidas pelas instituições financeiras nunca estiveram melhores. A redução da taxa de juros nos finaciamentos aumenta a atratividade da compra, só para se ter um exemplo, antes da queda da Selic, as taxas de juros do financiamento imobiliário se acomodaram em 11,7% ao ano (+TR) em média, agora elas caíram para algo perto de 7% (+TR). Com essa redução, o valor das parcelas hoje pode ser cerca de 30% menor que que teriam sido um ano antes, segundo estimativas do presidente do Secovi (Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo). Isso significa que com a mesma renda, o comprador consegue fazer um negócio ainda melhor, financiando um imóvel maior e mais caro. Então a hora é agora.

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